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Contagem regressiva para decolagem nostálgica da Pan Am; conheça a história da marca

Contagem regressiva para decolagem nostálgica da Pan Am; conheça a história da marca

A trajetória da companhia aérea foi encerrada por uma variedade de fatores, incluindo aumento da concorrência (Reprodução/Travel Pulse)

Quase um século após sua fundação original e mais de três décadas após encerrar suas operações a Pan Am está de volta para recriar suas lendárias rotas transatlânticas em 2025 com a ajuda da empresa de turismo Bartelings. Fundada em 1927 como Pan American Airways e mais tarde se tornando Pan American World Airways, dois voos nostálgicos já estão planejados para aqueles que querem reviver experiência das viagens aéreas, quando a companhia aérea pioneira estava a todo vapor.

CONHEÇA A HISTÓRIA DA MARCA 

Fundada por dois majores do Corpo Aéreo do Exército dos EUA em 1927, o início da Pan Am foi modesto, pois nasceu como um serviço regular de correio aéreo e passageiros que viajava a curta distância entre Key West (Flórida) e Havana (Cuba). Logo depois a companhia aérea adicionou hidroaviões e expandiria suas operações para a América Central e do Sul.

A Pan Am se expandiu nos anos após a Segunda Guerra Mundial e se modernizou, tornando-se a primeira transportadora a utilizar um sistema de reservas computadorizado com a ajuda da IBM em 1964.

Era de ouro das viagens aéreas

A Pan Am ajudou a revolucionar o setor aéreo no final da década de 1950 ao adquirir aeronaves Boeing 707 e 747 e guiar as viagens aéreas para a Era do Jato, com passageiros capazes de voar mais alto, mais rápido e mais longe do que nunca. Antes, os clientes dependiam de aviões com hélice muito mais limitados.

Cultura pop

A Pan Am era uma das marcas mais reconhecidas do mundo, em grande parte devido à sua presença avassaladora na cultura pop. Afinal, o Jet Clipper Defiance da Pan Am trouxe os Beatles para a América em 1964 e a marca foi apresentada em vários filmes de sucesso, incluindo a série “James Bond: Uma Odisseia no Espaço”, ‘Blade Runner” e “Prenda-me Se For Capaz”

Recordes

A Pan Am estabeleceu vários recordes no auge de seu poder, em meados do século XX. O Clipper Liberty Bell, um Boeing 747SP-21, quebrou o recorde comercial de volta ao mundo com um tempo de 46 horas e 50 segundos, partindo do Aeroporto Internacional John F. Kennedy, na cidade de Nova York, em 1º de maio de 1976, e retornando menos de dois dias depois, após parar apenas em Nova Déli e Tóquio.

Um ano depois, a Pan Am comemorou seu 50º aniversário com um voo de volta ao mundo saindo de São Francisco, cruzando os Polos Norte e Sul, retornando à Bay Area em pouco mais de 54 horas após escalas em Londres, Cidade do Cabo e Auckland.

O FIM DE UMA ERA

A notável trajetória da Pan Am foi encerrada por uma variedade de fatores, incluindo aumento da concorrência, esforços de reestruturação de frota sem sucesso, fusões fracassadas e eventos globais como a crise do petróleo de 1973 e a Guerra do Golfo no início da década de 1990.

Além disso, os últimos anos da companhia aérea foram marcados pelo desastre do voo 103, também conhecido como atentado de Lockerbie, no qual o Clipper Maid of the Seas foi destruído por uma bomba sobre a Escócia em dezembro de 1988, matando todas as 259 pessoas a bordo e 11 moradores em terra.

A Pan Am entrou com pedido de falência no início de 1991 e encerrou suas operações em dezembro do mesmo ano.

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