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Destinos / Turismo em Dados

Pesquisa aponta que cerca de 4.800 viagens com pets são destinadas para os EUA

O destino já é uma realidade acessível mas requer atenção rigorosa às exigências sanitárias e documentais (Divulgação/PETFriendly Turismo)

O destino já é uma realidade acessível mas requer atenção rigorosa às exigências sanitárias e documentais (Divulgação/PETFriendly Turismo)

De acordo com dados das companhias aéreas, o transporte de animais em aeronaves comerciais tem registrado um crescimento significativo. No ano de 2023, cerca de 80 mil pets foram transportados, sendo que aproximadamente 90% viajaram na cabine junto aos seus tutores. A PETFriendly Turismo, empresa que planeja e organiza viagens com pets por todo o mundo, registrou mais de 6 mil viagens realizadas em sete anos de atuação, das quais 80% tiveram como destino os Estados Unidos.

Apesar do crescimento do mercado pet ao redor do globo, principalmente no Brasil, Juliana Stephani, CEO da PETFriendly Turismo, comenta que viajar com pets para os Estados Unidos é sim uma realidade cada vez mais acessível, mas requer atenção rigorosa às exigências sanitárias e documentais.

Entre os requisitos obrigatórios estão o microchip de identificação, vacinação contra raiva, sorologia da raiva e um atestado de saúde. Além disso, a documentação necessária inclui o Certificado Veterinário Internacional (CVI), o Dog Import Form (CDC) e o Certification of Foreign Rabies Vaccination and Microchip Form.

Ao desembarcar nos Estados Unidos, todos os cães devem passar pelo Facility, uma clínica veterinária credenciada pelo Ministério da Agricultura e Pecuária dos EUA. Nesse local, os pets recebem a vacina antirrábica norte-americana e, posteriormente, a liberação aduaneira, atestando que sua saúde está em conformidade com os padrões de um país livre da raiva.

“Após a chegada ao destino, a adaptação do pet ao novo ambiente é fundamental, uma transição gradual, permitindo que o animal explore o espaço de forma progressiva. Manter a rotina de alimentação, passeios e descanso contribui para reduzir o estresse. Em locais com climas extremos, é importante adaptar a rotina do pet, evitando passeios longos e garantindo hidratação adequada”, finaliza Juliana.

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