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Cruzeiros / Política

Governo deve leiloar 22 portos até final de 2025; plano deve ser lançado pelo MPor em novembro

Silvio Costa Filho, ministro de Portos e Aeroportos, deu detalhes sobre o plano (Eric Ribeiro/M&E)

O governo Lula está preparando uma rodada de concessões portuárias, visando realizar a maior quantidade de leilões neste setor da história, de acordo com detalhes do plano que já está pronto e que o Ministério dos Portos e Aeroportos pretende lançar ainda em novembro.

Até o fim de 2025, 22 terminais devem ser licitados pelo governo. Três deles são esperados ainda para este ano de 2024, como os terminais do porto de Santana (AP), Maceió e Itaguaí (RJ), sendo este último o maior de toda a carteira, ao lado do novo terminal de contêineres de Santos (SP), o STS10.

Ao todo, há previsão da concessão de 35 terminais portuários em todo o país. Somados, os projetos totalizam R$ 11,085 bilhões de investimentos, a partir de terminais novos, obras de ampliação e melhorias incluídas em cada um dos contratos que serão firmados com a iniciativa privada.

O ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, afirmou ainda que o número pode aumentar, chegando a um total de 58 concessões até o fim de 2026, caso estudos sejam viabilizados. “Ainda vamos acrescentar alguns leilões nesta relação, com previsão de chegar a cerca de R$ 20 bilhões de investimentos no setor. Entre 2013 e 2022, foram feitos 43 leilões de terminais portuários no país. Entre 2023 e 2026, nós vamos fazer o maior volume de leilões portuários da história do Brasil. Em quatro anos, vamos superar o que foi feito em uma década”, disse.

Confira lista dos terminais que devem ser ofertados e a previsão da entrega:

2024

  • Santana/AP – MCP03 – 88,9
  • Maceió/AL – MAC16 – 6,2
  • Itaguaí/RJ – ITG02 – 3.580,9

1º trimestre de 2025

  • Vila do Conde/PA – VDC29 – 716
  • Santana/AP – MCP01 – 84,6
  • Rio de Janeiro/RJ – RDJ10 – 32,6
  • Rio de Janeiro/RJ – RDJ11 – 5,9
  • Paranaguá/PR – PAR14 – 499
  • Paranaguá/PR – PAR15 – 293,2

2º trimestre de 2025

  • Fortaleza/CE – MUC04 – 360,7
  • Santos/SP – STS10 – 3.507,5
  • Santos/SP – STS33 – 491,5
  • Paranaguá/PR – PAR25 – 564,1

3º trimestre de 2025

  • Porto Alegre/RS – POA26 – 21,1
  • Rio de Janeiro/RJ – RDJ07 – 101,7
  • Recife/PE – REC11 – 4,6

4º trimestre de 2025

  • São Sebastião/SP – SSB01 – 656,1
  • Paranaguá/PR – NAT01 – 23,4
  • Maceió/AL – TMP – 2
  • Recife/PE – TMP – 2,3
  • Itaqui/MA – IQI16 – 63,9
  • Vila do Conde/PA – VDC10 – 1.131,4

1º trimestre de 2026

  • Suape/PE – SUA01 – 4
  • São Francisco do Sul/SC – SFS201 – 37,4
  • Itaqui/MA – IQI15 – 1.567,2
  • Rio de Janeiro/RJ – RDJ06A – 67,8
  • Recife/PE – REC13 – 5,7

2º trimestre de 2026

  • Imbituba/SC – IMB06 – 92,7
  • Imbituba/SC – IMB11 – 181,7
  • Salvador/BA – SSD04 – 39,9

3º trimestre de 2026

  • Fortaleza/CE – MUC03 – 92,6
  • Rio Grande/RS – RIG25 – 13,1
  • Rio Grande/RS – RIG40 – 53,3
  • Itaguaí/RJ – ITG03 – 186,6

4º trimestre de 2026

  • Vila do Conde/PA – VDC04 – 13.

    *Com informações do Jornal de Brasília

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