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Aviação / Política

Gol leva aeronave verde ao evento de sanção da Lei do Combustível do Futuro, em Brasília

Em Brasília na manhã desta terça-feira (8), Renata Fonseca, Chief Legal Officer (CLO) e diretora executiva de Relações Institucionais e Governamentais da GOL, presenteia o presidente Luiz Inácio Lula da Silva com uma maquete de aeronave Boeing da Companhia; a partir da esq., Rui Costa, ministro da Casa Civil; Felippe Bandeira Ramos Coelho, gerente de Relações Governamentais da GOL; e Alexandre Silveira, ministro de Minas e Energia. À dir., Jurema Monteiro, presidente da Abear (Reprodução/Ricardo Stuckert/Presidência da República)

Em Brasília na manhã desta terça-feira (8), Renata Fonseca, Chief Legal Officer (CLO) e diretora executiva de Relações Institucionais e Governamentais da Gol, presenteia o presidente Luiz Inácio Lula da Silva com uma maquete de aeronave Boeing da Companhia (Reprodução/Ricardo Stuckert/Presidência da República)

Nesta terça-feira (8), a Gol Linhas Aéreas levou à capital federal sua aeronave temática #MeuVooCompensa para uma exposição na Base Aérea local, devido à sanção da Lei do Combustível do Futuro (PL 528/2020), realizada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ao lado do ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, em cerimônia que antecedeu a abertura da feira Liderança Verde Brasil Expo.

Na cerimônia, o Combustível do Futuro foi anunciado como o maior e mais inovador programa de descarbonização da matriz de transportes e mobilidade do planeta. É visto como um marco para o surgimento de uma nova economia, a “verde”.

Entre as diversas iniciativas do Combustível do Futuro, há programas nacionais de diesel verde, de combustível sustentável de aviação e de biometano, além de aumentar a mistura de etanol e de biodiesel à gasolina e ao diesel, respectivamente.

Combustível sustentável

O Brasil já é um dos líderes na produção de biocombustíveis no mundo, e esse programa tem como objetivo posicionar o País na dianteira para “uma transição energética justa, equilibrada e inclusiva”, de acordo com o Ministério de Minas e Energia.

“Os avanços que teremos em razão dessa lei são inéditos, introduzindo o combustível sustentável de aviação e o diesel verde à matriz energética e descarbonizando setores que contribuem significativamente para a poluição do planeta. O Combustível do Futuro é uma transição energética com desenvolvimento social e responsabilidade ambiental”, afirmou o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira.

O sancionamento da Lei do Combustível do Futuro e a feira Liderança Verde Brasil Expo reuniram as maiores empresas públicas e privadas do setor de biocombustíveis, gás e energia elétrica em Brasília. Na ocasião, aconteceu uma grande exposição de equipamentos – como o Boeing 737 MAX verde da Gol – e veículos que utilizarão as tecnologias lideradas pela indústria brasileira, caso do SAF e BioGLP, produzidos a partir de matérias-primas renováveis.

A exposição do Boeing 737 MAX

A escolha da aeronave não foi em vão. A Gol tem agido de forma contínua, para mitigar o impacto dos voos nas mudanças climáticas e foi a primeira Companhia Aérea do Brasil a se comprometer, no segundo trimestre de 2021, com o balanço líquido zero de carbono até 2050. Para atingir essa meta, a GOL se apoia em 4 pilares, cada qual com suas porcentagens de participação:

  1. Utilização de aeronaves tecnologicamente mais avançadas que propiciam menor consumo e emissão de CO² – caso do Boeing 737 MAX, que já representa hoje cerca de 30% da frota da GOL: 15%;
  2. Melhorias operacionais contínuas, como otimização do espaço aéreo e das operações em solo: 3%;
  3. Uso de combustível sustentável – SAF: 64% até 2050;
  4. Medidas baseadas no mercado, como a compensação voluntária de carbono pelos clientes: 18%.

Por isso a exposição do 737 MAX, devido a aeronave oferecer uma economia de 15% no consumo de combustível em comparação com os modelos anteriores, além de produzir 16% menos emissões de carbono e ser 40% mais silencioso do que o 737-800 NG. A Gol já possui 47 aeronaves Boeing 737 MAX 8 no Brasil, todas em operação, com previsão de chegar a 75 – metade da sua frota – até o final de 2025.

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