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A imensidão de atrativos no menor país europeu; acompanhe mais um dia do Famtour de Malta

MALTA – Mais um dia de muita experiência! São tantos atrativos que não condizem com o tamanho deste país. Nesta quinta-feira (28), o Famtour de Malta começou com uma expedição na Ilha de Gozo, a segunda maior em extensão territorial. Para chegar lá, é necessário pegar um ferry, um navio que sai do Porto de Cirkewwa e leva cerca de 20 minutos até chegar à ilha. A paisagem do trajeto é de tirar o fôlego! Principalmente no meio da tarde, quando o sol já está caindo. O cenário parece uma pintura. Vale ressaltar que o ferry funciona 24 horas por dia e sai a cada 30 minutos.

Gozo é mais um lugar cheio de locais históricos e cultura. Uma ilha conhecida por suas colinas cênicas, ruínas do templo neolítico Ġgantija, percursos rurais, templos religiosos, praias e locais de mergulho. No trajeto até Cittadella, passamos pela zona de Xlendi, um destino à beira-mar conhecido por seus penhascos e águas cristalinas do Mar Mediterrâneo. Depois contemplamos a Igreja de Ta’ Pinu.

Na sequência fomos nos aventurar em um passeio de barco na região de Dwejra, que antes de 2017, era o lugar onde se encontrava o arco natural de calcário Azure Window, muito famoso mundialmente. Por apenas 5 euros, é possível atravessar o interior de uma gruta enorme e conhecer a imensidão do outro lado, as rochas que parecem esculpidas (inclusive tem uma com o formato de um crocodilo bem no topo) e os tons de azul que colorem aquele mar. É uma experiência esplendorosa! Em Dwejra também é muito comum a prática de mergulho, mas sempre acompanhado por instrutores. As águas do Mediterrâneo podem não ter ondas, mas têm correntezas muito perigosas, que não se podem ver.

Depois dessa experiência, o grupo seguiu caminho para Cittadella, que fica em Rabat (mesmo nome da cidade divisa com Medina), também chamada Victoria, e que é a principal cidade da Ilha. Por ser a região mais alta de Gozo, oferece uma vista panorâmica da ilha. Além disso, Cittadella carrega a herança arquitetônica e cultural de Malta, abrigando vários monumentos e suas grandes histórias.

De volta à Slemia, a parte da noite foi livre, sem compromisso agendado. Mas claro que o grupo continuou se aventurando porque cada minuto tem e merece ser aproveitado neste lugar. Pegamos um ferry de Slemia para Valeta e andamos pela capital. O cenário é totalmente diferente durante a noite. Parece outro lugar. Os enfeites de Natal estão iluminados e muitas ruas ficam mais “badaladas” com música ao vivo, por exemplo. É muito agradável andar pela cidade e explorar esse lado noturno também.

Mais curiosidades:

  • João Paulo II foi o primeiro Papa a vir para Malta, na Ilha de Gozo, em 1990, para pagar uma promessa;
  • Em Rabat, na Ilha de Gozo, os moradores deixam as portas de suas casas abertas ou até mesmo com a chave para o lado de fora por tamanha segurança;
  • Não há muito semáforo em Malta e apesar do número de carros, o tráfego flui bem, sem buzina;
  • Malta tem, em média, 300 dias de sol por ano, que brilha mais de 3 mil horas por ano, uma das taxas mais elevadas da Europa;
  • O país insular tem horário de verão, mas, no caso, se chama Daylight Savings.

GALERIA

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(Beatriz do Vale/M&E)

*O M&E viaja com apoio da Shift Mobilidade Corporativa e proteção GTA

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