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Problemas estruturais e de layout e a ausência das Olimpídas foram as maiores reclamações
Como já dito anteriormente, o estande do Brasil nas feiras internacionais não tem chamado a devida atenção dos visitantes. A cada ano o espaço fica menor e com os constantes cortes no orçamento da Embratur não há perspectiva de melhorar. O MERCADO & EVENTOS fez uma pequena pesquisa entre os expositores brasileiros presentes na Fitur e o resultado geral é que do jeito que esta não pode ficar. E a observação mais preocupante é que não há promoção suficiente das Olimpíadas no espaço. Apenas uma foto do Rio de Janeiro em um totem com a marca dos jogos no alto e uma estação interativa onde os interessados podem se candidatar a uma vaga de voluntário no evento.
Veja o que os expositores falaram:
Panorama Brazil – Segundo Daniel Cabral e Gustavo Ustara, o estande brasileiro pecou no layout. O totem alto com fotos bem no meio do espaço dificulta a visibilidade de metade dos cooperados, que ficaram escondidos atrás. Além disso, o local do estande no final da feira tem pouco movimento, em especial para os desafortunados na parte traseira do estande.
Bahiatursa – Para Rosana França, a feira tem sido boa e seu espaço fica com fila o dia quase todo para fazer fotos com a baiana. Além disso, ela disse que se antecipou e agendou reuniões com seus principais clientes. Mas ela também disse que sentiu falta de maior promoção das Olimpíadas. Outra sugestão dela é que a Embratur faça um programa de hosted buyers.
Rio CVB – Para Marcia Pessoa, a falta mais grave do estande brasileiro é a ausência das Olimpíadas. Outra reclamação é o espaço dos cooperados, pequeno e nada funcional com baús para guardar o material no assento. Apesar dos problemas estruturais a feira tem sido boa para a cidade, que recebeu muita procura por novidades e informações sobre os jogos.
Por: Lisia Minelli, de Madri